#SouDaqui Leandro Lira

Lehandro Lira, 29 anos é um planaltinense sonhador, que encontra tempo para exercer sua maior paixão como bailarino do Balé Flor do Cerrado, ao mesmo tempo em que faz curso técnico em Nutrição e termina sua Licenciatura em Dança. Ele ainda é diretor geral artístico da Companhia de Dança e Artes Transições e sempre que pode, procura dar aulas de balé com o intuito de fomentar a arte em Planaltina e por meio dessa mesma arte, destacar então a história da cidade e as faces desse povo centenário.

Sou daqui
“Sou Lehandro Lira, discente do curso de graduação em Licenciatura em Dança pelo IFB, diretor geral e artístico da Companhia de Dança e Artes Transições e bailarino do Balé Flor do Cerrado, que faz parte do “ O Maior São João do Cerrado”. Minhas pretensões para o futuro são a de conseguir fomentar de forma intensa a arte em Planaltina e ter uma sede para a Companhia de Dança e Artes Transições poder desenvolver seus projetos individuais e sociais com mais tranquilidade sabe, pois isso facilitaria inclusive a estabilização da companhia.

 

Nasci em Planaltina e tenho sangue pernambucano. Minha família inteira é de Pernambuco. Apesar da má logística de deslocamento para a capital, gosto de morar na cidade de Planaltina, pelo seu clima interiorano, as pessoas com as quais me relaciono, a história da cidade, são coisas que me agradam bastante aqui. Infelizmente, a cidade mais antiga do DF (Planaltina), sofre com o descaso das autoridades. Os artistas não recebem apoio e nem espaços adequados para trabalhar, além de a cidade possuir um transporte deficitário.

 

A beleza histórica da cidade é um diferencial. A praça do Museu, onde começou inclusive a história da Companhia Transições, o Morro da Capelinha, tem um dos panoramas naturais mais belos do DF. Ali concentra-se o maior teatro ao ar livre do mundo, a Via Sacra, a pedra fundamental localizada no Morro centenário. A beleza da cidade é realmente um diferencial!

 

Quero que essa cidade se torne uma sede turística, sendo reconhecida de fato, como uma cidade importante na história do Brasil. Sempre vivenciei experiências incríveis aqui, como a realização fotográfica da Cia de Transições de Dança em alguns pontos da cidade. Nas avenidas, nas feiras, no antigo cemitério… as reações emocionais das pessoas eram distintas. Algumas nos recebiam com sede de arte, outras, desprezavam, como se fossemos loucos. Por isso, os artistas de Planaltina deveriam ser mais unidos, para tornar nossa cidade genuinamente cultural.

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